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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Bentô: a alegria na hora do lanche

Pelo que pude apurar, bentô em japonês significa pequena refeição servida em uma lancheira, que seja agradável tanto aos olhos como ao paladar.

Desde a primeira vez que ouvi o termo bentô achei tão legal que resolvi aplicar o conceito ao preparar a merenda que minhas crianças levam para a escola.

Nem sempre consigo ser criativa ao manusear os alimentos e, então, improviso com artigos de papelaria.

Pode parecer muito trabalhoso fazer isso diariamente, mas não é, não. Fiz uma caixa cheia de palitinhos de dente decorados e outros itens que servem para enfeitar o lanche e deixo-a na cozinha. Se não conseguir pensar em nada criativo, recorro à caixa. Preparo tudo bem rapidinho.

As crianças adoram e, claro, nunca mais esqueceram da lancheira!


Bananas devidamente vestidas e bolinho de laranja
Bolinho de cenoura com coração de chocolate, abacaxi e goiaba
Frutas sortidas e pãozinho integral com requeijão embrulhadinho
Bolo de laranja e manga
Biscoito cream cracker integral com requeijão, uvas e kiwi

quarta-feira, 2 de abril de 2014

As festas lá de casa: 3 anos da Rebeca

Rebeca ama ballet. Ela adora acordar, vestir sua roupa de ballet e dançar na ponta dos pés ao som de Tchaikovsky. A gente se diverte e, claro, acha tudo lindo.

Desde bem pequena ela gostava de assistir a um vídeo do ballet O Lago dos Cisnes, interpretado por Svetlana Zakharova no Teatro alla Scala em Milão, que encontrei no Youtube. 


Não sei até quando essa paixão irá durar. Adoraria vê-la dançando daqui a muitos anos, mas sei que talvez de uma hora para outra surja nela um interesse por outra coisa.


De todo modo, por essa razão a festa dela teve esse tema. Claro que ela oscilou entre Moranguinho, Cinderela, Aurora e Ariel, mas, no final, fomos de ballet mesmo.


Sobre a festa, aí vão alguns detalhes que talvez possam interessar aos leitores.

1. Convite:

Decidi fazê-los à mão e apenas uma pequena quantidade para entregar aos convidados que moram na nossa cidade. Os amigos e familiares que moram longe foram convidados por telefone, facebook, whatsApp, etc, porque eu nunca mando por correio. Preguiça da braba, minha gente!


2. Decoração:

Com exceção do bolo (que foi uma grande decepção e muito diferente do que idealizei) e dos cupcakes, o resto foi por nossa conta. Dedicamos várias noites de trabalho após as crianças irem dormir, até porque decidi costurar o vestido dela e também a saia que eu usei, mas acho que o esforço valeu a pena.








3. Lembrancinhas:

Fizemos sacolinhas com brinquedinhos para os meninos e meninas e também sacolas com doces e balas, para quem gosta.



  
4. Comidinhas:

Os tradicionais salgadinhos, pipoca e cachorro-quente, como também algumas comidinhas feitas por nós mesmas lá em casa: milho cozido, tomatinhos-cerejas com queijo de cabra e folhinha de manjericão, queijo brie com mel e lascas de amêndoas, ciabatas com carpaccio de carne, mostarda e queijo moleson ralado, além de espetinhos de frutas.

5. Convidados:

Nossa família muito amada e amigos pra lá de especiais.






6. Diversão:

Contamos com pula-pula, brinquedos espalhados pelo chão e a ilustre presença da Belinha e sua Malinha, que alegrou demais a festa.


 



No final da festa, a criançada invadiu o quarto das crianças. Loucura, loucura, loucura! Apesar de um certo desespero disfarçado, fiquei bem feliz ao ver as crianças se divertindo à beça.


7. Fotografia:

Eu, meu marido, meu pai, minha amiga Lucélia (que quebrou o maior galho) e outras almas caridosas que nos ajudaram a registrar esse momento.

Confesso que minha prioridade será a fotografia na próxima festa. Já estou traçando uma estratégia infalível. Rsrs. Teve muita gente querida que não tirou foto com a aniversariante.

8. Pós-festa:

No dia seguinte, reunimos os remanescentes para um churrasquinho. Foi tão bom! Meu marido cuidou das compras, meus cunhados Clô e Ed prepararam a carne, que, como sempre, ficou uma delícia, e o restante ajudou como podia, seja comendo, seja arrumando.


Apesar da bagunça, a festa foi muito especial. Nossa prima ballerina se esbaldou como só ela sabe fazer.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Never-a-vever indica para os baixinhos: A bruxa Salomé

Como boas crianças que são, meus filhos adoram histórias de bruxa. É batata! Histórias de bruxa sempre agradam aqui em casa. Se estou na dúvida entre títulos diversos, de uma coisa tenho certeza: bruxas e criaturas assustadoras fascinam em todas as ocasiões.

A bruxa Salomé, escrito por Audrey Wood e ilustrado por Don Wood, está entre as melhores histórias de bruxa que li até o momento.


O livro nos conta a história de uma pobre mãe que advertiu a seus filhos para não abrirem a porta para ninguém enquanto ela estivesse no mercado. Mas as crianças desobedeceram suas ordens e deixaram entrar em casa a bruxa Salomé. Agora, só mamãe poderá salvá-las.

O livro recebeu o Prêmio FNLIJ Monteiro Lobato na categoria melhor tradução. 


Com certeza, é de arrepiar! Huahahaha!







segunda-feira, 17 de março de 2014

Levada da breca

Se dependesse só de mim, meus filhos sempre se vestiriam ao estilo "Punky Brewster: a levada da breca". Além de gostar bastante do programa, adorava as suas roupas coloridas e aquela poltrona-cama, que era meu sonho de consumo. Para mim, Punky retrata bem o jeito alegre e descontraído das crianças aqui de casa.

 
Pena que Rebeca nem sempre queira se vestir assim. Em algumas ocasiões ela prefere aquele look "básico" de princesa, mas às vezes dá uma louca nela e me surpreende.

Adorei o outfit que ela montou com uma calça que fiz para ela.


O tutorial da calça você confere aqui.

 

Ai, ai, essa levada da breca me enche de orgulho!



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Vestido da Cinderela

O vestido de princesa da vez foi o da Cinderela. 

Ao costurar roupas para as crianças sempre opto por tecidos mais frescos, como o algodão. Só que para os vestidos de princesa as garotinhas gostam de brilho e quanto mais brilho, melhor. 

O vestido da Branca de Neve foi todo em algodão e ainda assim agradou muito a Rebeca, porque suas cores já são vibrantes. Porém, no caso do vestido da Cinderela, de tons serenos, é necessário recorrer a tecidos brilhosos para atrair sua atenção. O problema é que esses tecidos são sintéticos, feitos de poliéster, e, por isso, bem mais quentes (a não ser que sejam de seda, o que encareceria muito a peça). 

Então o que fiz foi fazer toda a base em algodão e adicionar outra saia em organza, além das mangas e do recorte dos quadris em voil. 

O molde do vestido é idêntico ao da Branca de Neve, com exceção da manga, que segue o molde de uma manga de boneca tradicional dobrada ao meio. Maluquice da minha cabeça, mas que deu certo.

Ficou muito fofo e ela gostou bastante, o que é tudo que posso querer.






quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

As festas lá de casa: 1º ano do Daniel

Daniel é o menino mais amável que conheço. Tá, gente, dá um desconto, vai! Afinal, eu sou mãe. Mas a verdade é que desde novo ele sempre foi muito carinhoso com todos. Adora abraçar, beijar e, especialmente, ficar no colinho da mamãe. E quanto a isso não exagero. Sendo assim, quis retribuir tanto afeto com uma festinha bem fofa para o meu pequeno.


A idéia era fazer uma festa na nossa casa e reunir apenas a família e os amigos muuuuito próximos, queridos e de toda uma vida, que provaram sua amizade se despencando do Rio para Friburgo. Foi uma delícia reunir pessoas tão queridas e, principalmente, receber minha sobrinha, Maria Isabel, que mora lá nas bandas do Canadá. Que saudade daquela pequena e dos seus pais!

Rebeca e sua prima querida, Maria Isabel.
O João queria comida de qualidade. Ele não é tão fã daqueles salgadinhos de festa infantil. Confesso que eu até gosto, mas quis agradar o maridón e decidimos fazer um churrasco caprichado. Me desculpem os amigos vegetarianos, para os quais fizemos uma saladinha, mas quem não gosta de uma boa picanha?



O entretenimento dessa vez ficou a cargo da Tia Pri e do Tio Dedé que, vou te contar, estão arrebentando a boca do balão, como diria minha querida mamãe, remexendo os quadris. Enquanto o André tocou todos os maiores sucessos infantis no violão, Priscila animou a garotada com chocalhos, chapéus de jornal, fantoches, bolinhas de sabão e tudo mais que tinha direito.



Também disponibilizamos para a galerinha papéis, tintas, pincéis e massinhas, além de muitos brinquedos próprios para os menorezinhos. Alugamos ainda um  trenzinho inflável simplesmente gigantesco (felizmente, o quintal é grande) com pula-pula e piscina de bolinha.




A decoração ficou super lindinha! Novamente, eu, Pri e vovozinha cuidamos com carinho dessa parte. O tema da festa era Meios de transportes. Plagiei a idéia da minha querida amiga Fernanda, lá do Tocantins, que com esse tema decorou o quartinho do querido Miguel. Afinal, para quê se limitar aos carros, se os aviões, trens, tratores, motos e balões são tão legais quanto.


Foi a primeira festinha que me rendi à papelaria pesada. E não é que essa parada dá um tcham mesmo, minha gente! Além de ser um material relativamente barato em relação a outros itens de decoração. Quem quiser ver maiores detalhes, dá uma olhada lá no meu perfil no Pinterest. Criei uma pasta só para essa festinha. Vocês verão que meu lema é: "Nada se cria, tudo se copia". Rsrsrs.


Encomendei um bolo super-mega-tander-hiper-triple-colorido da Nathalya Areias (pra quem é de Friburgo, fica a dica). Lindo demais! E o mais incrível, muito gostoso. Achei o preço justo e ela foi impecável na pontualidade e no acabamento.

Dessa vez, fiz questão de balões enchidos com gás hélio e decorei a mesa com brinquedos de madeira, maletinhas e aviõezinhos de isopor, que, ao final da festa, fizeram a alegria de adultos e crianças que se divertiram lançando-os pelo ar. A sala ficou repleta deles.



As lembrancinhas, novamente a cargo da vovó, também arrasaram. Minha vó é super a favor de entupir crianças com doces, o que já não me agrada tanto. Por isso, fizemos sacolinhas só com brinquedos e outras com doces, chocolates e guloseimas.


Festas em casa são deliciosas. O ambiente é confortável, não tem hora para acabar e os convidados se deixam ficar. No finalzinho da tarde, nos divertíamos conversando no jardim, soltando os balões de hélio no ar e os acompanhando enquanto sumiam no horizonte.


Quando todos se foram, agradeci a Deus pela vida do meu filhote, pela delícia que ele é, e percebi que a festa tinha sido do jeitinho que ele gosta: cheia de alegria e repleta de pessoas queridas.